A busca pela eficiência

Hoje vivemos tempos de globalização, da velocidade de informações, de altas tecnologias, a vida passa tão rápida que mais parece um vídeo-clipe e com tanta velocidade, as palavras são escritas de forma abreviadas, ás vezes de uma forma quase indecifrável para quem não está familiarizado com a línguagem digital.  Um perigo para quem quer escritor.

 

Com tantos vícios adquiridos com a velocidade digital, o português acaba ficando de lado. Escrever corretamente é um bicho de sete cabeças para alguns. Mas, como escrever sem dominar a língua pátria? Por mais velocidade que haja nesta chamada era digital, a busca pela eficiência para quem quer se tornar um escritor, passa, mais do que nunca, pelo conhecimento pleno da língua. Esse é o primeiro passo para quem quer escrever.

 

Muitos possuem grandes idéias, imaginam seqüências surpreendentes, mas, muitas vezes, acabam empacando na questão do roteiro. Embora uns até dominem as técnicas de formatar um roteiro, a questão do português, acaba pre-judicando todo projeto. E por que isso acontece? Preguiça!

 

Mesmo se utilizando de tantas tecnologias, a maioria prefere ficar horas e horas em frente ao computador, jogando, assistindo vídeos, conversando nas redes de relacionamentos, mas são incapazes de perder alguns minutos por dia na companhia de um bom livro, ou ainda estudo e conhecendo o português. Assim, fica difícil quando se quer colocar em prática uma idéia que se tenha.

 

Como tudo na vida, seja lá em que profissão for, a busca pela eficiência é indispensável para um bom profissional, por isso, quem quer um dia escrever histórias, uma hora ou outra, vai ter de pôr a preguiça de lado e se debruçar sobre os livros e aprender como se faz para escrever o mais correto possível. É claro que, ás vezes, as características de um personagem vão lhe permitir o uso coloquial da língua, mas isso vai ficar para uma outra oportunidade.

 

O que se deve ter em mente é que se realmente se quer enveredar pelos caminhos da escrita, há de se buscar a eficiência nas regras de nossa língua, pois ela não é fácil, e, por mais que se busca a eficiência, uma hora ou outra, a gente sempre acaba escorregando, e isso não é legal. Nem para você e nem para o seu leitor. E isso é uma coisa que muito me preocupa.

 

Bom, agora que já dividi essa minha preocupação com vocês, deixe-me voltar aos livros, pois a arte de escrever é cheia de armadilhas e o domínio da língua não é uma coisa nada fácil. Ah, se por acaso alguém perceber algum erro neste artigo que acabei de escrever, queira me desculpar, ainda estou em busca da eficiência.

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